sexta-feira, 8 de junho de 2012

Achado escrito inédito de Karl Marx

O artigo “Mercado sem desenvolvimento: a causa da crise” é um dos achados do projeto MEGA – Marx-Engels GesamtAusgabe. A partir dos arquivos de Karl Marx, o MEGA está organizando a imensa obra ainda inédita do filósofo alemão: 114 volumes, o último dos quais será publicado em 2020. O texto em questão, jamais lido no Capital, parece ter sido escrito hoje. Deve-se sua revelação ao jornal "La Repubblica", que publicou o inédito artigo de Marx no domingo (08/01). A tradução é de Moisés Sbardelotto para o "IHU Online"

Mercado sem desenvolvimento: a causa da crise
Por Karl Marx

A enorme quantidade e variedade de mercadorias disponíveis no mercado não dependem apenas da quantidade e da variedade de produtos — mas são, em parte, determinadas pela entidade da parte de produtos produzidos como mercadorias, que deverão, portanto, ser inseridos no mercado para a venda na qualidade de mercadorias.

A grandeza dessa parte das mercadorias vai depender, por sua vez, do grau de desenvolvimento do modo de produção capitalista — que produz os seus próprios produtos apenas como mercadorias — e do grau em que tal modo de produção domina em todas as esferas da produção.


Deriva daí um grande desequilíbrio no intercâmbio entre países capitalistas desenvolvidos, como a Inglaterra, por exemplo, e países como a Índia ou a China. Esse desequilíbrio é uma das causas da crise.

Causa totalmente negligenciada pelos burros que se contentam em estudar a fase do intercâmbio de um produto por outro produto e que esquecem que o produto não é, portanto, em caso algum, mercadoria intercambiável enquanto tal. Isso constitui também a pedra no sapato que leva os ingleses, dentre outros, a querer subverter o modo de produção tradicional existente na China, na Índia, etc., para transformá-lo em uma produção de mercadorias e, em particular, em uma produção baseada na divisão internacional do trabalho (ou seja, na forma de produção capitalista).

Eles conseguem, em parte, esse intento, por exemplo, quando prejudicam os fiadores de lã ou de algodão vendendo seus produtos a um preço inferior ou arruinar o seu modo de produção tradicional, que não é capaz de competir com o modo de produção capitalista ou com o modo capitalista de inserir as mercadorias no mercado.

Embora o capital produtivo, por sua própria natureza, esteja disponível no mercado, isto é, oferecido à venda, o capitalista pode (por um período de tempo longo ou curto, de acordo com a natureza das mercadorias) mantê-lo longe do mercado se as condições não lhe forem favoráveis ou com o fim de especular, ou outro. O capitalista pode subtrair o capital produtivo do mercado das mercadorias, mas, em um momento posterior, será obrigado a reinseri-lo. Isso não tem efeitos sobre a definição do conceito, mas é importante para a observação da concorrência.

A esfera da circulação das mercadorias, o mercado, é, enquanto tal, diferente também fisicamente da esfera da produção, exatamente como são diferentes temporalmente o processo de circulação e o efetivo processo de produção. As mercadorias agora prontas ficam depositadas nos armazéns e nos depósitos dos capitalistas que as produziram (exceto no caso de serem vendidas diretamente), quase sempre só de modo passageiro, antes de serem expedidas para outros mercados.

Para as mercadorias, trata-se de uma estação de preparação a partir da qual serão inseridas na efetiva esfera de circulação, exatamente como os fatores da produção disponíveis permanecem à espera, em uma fase preparatória, antes de serem transportados para o efetivo processo de produção.

A distância física entre os mercados (considerados do ponto de vista da sua localização) e o lugar do processo de produção das mercadorias dentro de um mesmo país, e sucessivamente fora dele, constitui um elemento importante, porque é justamente a produção capitalista que faz com que, para uma boa parte dos seus produtos, o mercado seja constituído pelo mercado mundial. (As mercadorias também podem ser adquiridas para serem retiradas imediatamente do mercado, mas esse elemento deveria ser examinado em outros lugares, assim como a menção anterior às mercadorias que os produtores mantêm longe do mercado).

Consequentemente, é preciso que o mercado se expanda continuamente. Além disso, em todas as esferas individuais da produção, todo capitalista produz de acordo com o capital que lhe é oferecido, independentemente do que fizerem os outros capitalistas. No entanto, não será o seu produto, mas sim o produto total do capital investido nessa particular esfera de produção que irá constituir o capital produtivo, que oferece à venda esta e qualquer outra esfera individual de produção.

É um dado empírico que, embora a dilatação da produção capitalista leve a um incremento, a uma multiplicação do número de esferas de produção, ou seja, de esferas de investimento do capital, nos países de produção capitalista avançada, essa variação jamais mantêm o mesmo ritmo que o acúmulo do próprio capital.


Discussão sobre a Educação

Por incrível que pareça após a redemocratização, a Educação no Brasil passou por um processo de sucateamento. Isso aconteceu por vários fatores, mas principalmente porque a política educacional acompanhou a implantação do neoliberalismo no país. Houve uma privatização da política estatal, minimizando o Estado e sua responsabilidade para com a Educação e instrumentalizando o Estado para com o capital e as corporações capitalistas.
Houve no Brasil, e isso é claro, uma desregulamentação das políticas públicas, inclusive a educacional. Em consequência, o foco da educação, que já não era formar cidadãos críticos e conscientes das nossas realidades social, política e econômica, se distanciou ainda mais daquilo que os profissionais da educação entendem como “educação de qualidade”.
Não podemos esquecer da descapitalização que a educação sofreu durante muitos anos. Falta dinheiro para o ensino de qualidade. As Secretarias Institucionais de Educação não têm condições para aplicar educação integral e os salários dos professores chegam a condições vergonhosas. Hoje o Brasil aplica menos de 5% do PIB nacional em Educação e o novo PNE define a meta de 7%. Contudo, 10% do PIB para a Educação é o mínimo para um país que deseja se desenvolver econômica e socialmente.
Órgãos internacionais como a ONU utilizam estatísticas para medir o avanço e incentivar a educação nos países emergentes e subdesenvolvidos. Mas no Brasil a Educação se tornou refém das estatísticas, pois os números são manipulados na base para indicar alto nível de aprovação, enquanto a qualidade do aprendizado está debilitada. As provas externas dos governos federal e estadual têm demonstrado que falta conteúdo a nossos alunos, que mal conseguem interpretar um texto.
Não obstante, a temática “qualidade de educação” tem sido discutida em todo país por sindicatos, movimentos sociais, no congresso nacional e também no Ministério da Educação. Contudo, essa discussão deve partir da base, isto é, de quem está na sala de aula, por quem está com o giz na mão, do professor.
Diante disso, em Poços de Caldas, o Sinpro Minas (Sindicato dos Professores de Minas Gerais) em parceria com SindUTE (Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais), o SAAEMG (Sindicato dos Auxiliares de Administração Escolar de Minas Gerais), o Sindserv (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Poços de Caldas) e o Educafro farão um bate papo sobre o novo PNE (Plano Nacional da Educação). O objetivo é chamar os profissionais da educação para discutir a educação em nosso país.
Defendemos uma educação de qualidade que corrobore para construção de uma civilização brasileira crítica e democrática e para isso todos devem se envolver no processo de luta.

Prof. Yuri Almeida – professor das redes pública e particular de Poços de Caldas

Bate papo sobre o Plano Nacional da Educação - Dia 03/12
As 08h na Câmara Municipal de Poços de Caldas
Entrada Gratuita

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

"REINVENÇÃO DO CAPITAL" POR LEONARDO BOFF

" ESTA CRISE NÃO FOI SUPERADA E POSSIVELMENTE NÃO O SERÁ ENQUANTO PREVALECER O DOGMA ECONÔMICO, CRIDO RELIGIOSAMENTE PELAMAIORIA DOS ECONOMISTAS E PELO SISTEMA COM UM TODO, SEGUNDO O QUAL AS CRISES ECONÔMICAS SE RESOLVEM POR MECANISMOS ECONÔMICOS".

ATUALMENTE, GRANDE PARTE DA ECONOMIA É REGIDA PELO CAPITAL FINANCEIRO, QUER DIZER, POR AQUELES PAPÉIS E DERIVATIVOS QUE CIRCULAM NO MERCADO DE CAPITAIS E QUE SÃO NEGOCIADOS NAS BOLSAS DO MUNDO INTEIRO.
TRATA-SE DE UM CAPITAL VIRTUAL QUE NÃO ESTÁ NO PROCESSO PRODUTIVO, PROCESSO ESTE QUE GERA AQUILO QUE PODE SER CONSUMIDO.

NO FINANCEIRO, REINA A ESPECULAÇÃO, DINHEIRO FAZENDO DINHEIRO, SEM PASSAR PELA PRODUÇÃO.
VIGORA UM PERVERSO DESCOMPASSO ENTRE O CAPITAL REAL E O FINANCEIRO. NINGUÉM SABE EXATAMENTE AS CIFRAS, MAS CALCULA-SE QUE O CAPITAL FINANCEIRO SOMA CERCA DE 600 TRILHÕES DE DÓLARES, ENQUANTO O CAPITAL PRODUTIVO, DO CONJUNTO DE TODOS OS PAÍSES, ALCANÇA CERCA DE 63 TRILHÕES.
LOGICAMENTE, CHEGA O MOMENTO EM QUE, INVERTENDO A FRASE DO MANIFESTO DE MARX, "TUDO O QUE NÃO É SÓLIDO SE DESMANCHA NO AR".
FOI O QUE OCORREU EM 2007/2008 COM O DA BOLHA FINANCEIRA LIGADA AOS IMÓVEIS NOS EUA, QUE REPRESENTAVA UM TAL VOLUME DE DÍVIDAS QUE NENHUM CAPITAL REAL, VIA SISTEMA BANCÁRIO, PODIA SALDAR. HAVIA O RISCO DA QUEBRA EM CADEIA DE TODO O SISTEMA ECONÔMICO REAL. SE NÃO TIVESSE HAVIDO O SOCORRO AOS BANCOS, FEITO PELOS ESTADOS, INJETANDO CAPITAL REAL DOS CONTRIBUINTES, ASSISTIRÍAMOS A UMA DERROCADA GENERALIZADA.
ESTA CRISE NÃO FOI SUPERADA E POSSIVELMENTE NÃO SERÁ  ENQUANTO PREVALECER  O DOGMA ECONÔMICO, CRIDO RELIGIOSAMENTE PELA MAIORIA DOS ECONOMISTAS E PELO SISTEMA COM UM TODO, SEGUNDO O QUAL AS CRISES ECONÔMICAS SE RESOLVEM POR MECANISMOS ECONÔMICOS. A HERESIA DESSA CRENÇA RESIDE NA VISÃO REDUCIONISTA DE QUE A ECONOMIA É TUDO, PODE TUDO E DELA DEPENDE  O BEM-ESTAR DE UM PAIS E DE UM POVO.
OCORRE QUE OS VALORES QUE SUSTENTAM UMA VIDA HUMANA COM SENTIDO NÃO PASSAM PELA ECONOMIA. ELA GARANTE APENAS A SUA INFRAESTRUTURA. OS VALORES RESULTAM DE OUTRAS FONTES E DIMENÇÕES. SE ASSIM NÃO FOSSE, A FELICIDADE E O AMOR ESTARIAM À VENDA NOS BANCOS.
ESTE É O  TRANSFUNDO DO LIVRO DE ALTA DIVULGAÇÃO  "REINVENTANDO O CAPITAL/DINHEIRO" DE ROSE MARIE MURARO ( IDÉIAS E LETRAS 2012). ROSE  É UMA CONHECIDA ESCITORA, COM MAIS DE 35 LIVROS PUBLICADOS, E É TAMBÉM UMA DILIGENTE EDITORA, COM CERCA DE 1.600 TÍTULOS LANÇADOS. NUM INTENSO DIÁLOGO, TRABALHAMOS JUNTOS, POR MAIS DE 20 ANOS, NA EDITORA VOZES. DOIS TEMAS OCUPAM SEMPRE A AGENDA DE ROSE: A QUESTÃO FEMININA E A QUESTÃO DA CULTURA TECNOLÓGICA.
FOI ELA QUEM INAUGUROU OFICIALMENTE O DISCURSO FENINO NO BRASIL, ESCREVENDO UM LIVRO COM  UM MÉTODO INOVADOR: " A SEXUALIDADE DA MULHER BRASILEIRA" (VOZES 1993).
COM UM OLHAR  PERSPICAZ DENUNCIOU O PODER DESTRUIDOR E ATÉ SUICIDA  DA TECNOCIÊNCIA, ESPECIALMENTE, EM SEU LIVRO: QUERENDO SER DEUS? OS AVANÇOS TECNOLÓGICOS E O FUTURO DA HUMANIDADE" (VOZES 2009). 
NO LIVRO "REINVENTANDO O CAPITAL/DINHEIRO" FAZ UM HISTÓRICO DO DINHEIRO DESDE A MAIS REMOTA ANTIGUIDADE, SEGUINDO UM ESQUEMA ESCLARECEDOR: O GANHA/GANHA, O GANHA/PERDE, O PERDE/PERDE E A NECESSÁRIA VOLTA AO GANHA/GANHA, SE QUISERMOS SALVAR NOSSA CIVILIZAÇÃO AMEAÇADA PELA GANÂNCIA CAPITALISTA.
 NA PRÉ-HISTÓRIA PREDOMINAVA O GANHA/GANHA. VIGORAVA O ESCAMBO, ISTO É , A TROCA DE PRODUTOS. REINAVA GRANDE SOLIDARIEDADE ENTRE TODOS. NO PERÍODO AGRÁRIO ENTROU O DINHEIRO/MOEDA. OS DONOS DE TERRAS PRODUZIAM MAIS, VENDIAM O EXCEDENTE. O DINHEIRO GANHO ERA EMPRESTADO A JUROS. COM OS JUROS ENTROU O GANHA/PERDE. FOI UM BACILO QUE CONTAMINOU TODAS AS TRANSAÇÕES ECONÔMICAS POSTERIORES.
NO PERÍODO INDUSTRIAL ESTA LÓGICA SE REALIZOU POIS O CAPITAL ASSUMIU A HEMONIA E ESTABELECEU OS PREÇOS E OS NÍVEIS DE JUROS COMPOSTOS. COMO O CAPITAL ESTÁ EM POUCAS MÃOS, CRESCEU O PERDE/GANHA. PARAQUE ALGUNS POUCOS GANHEM, MUITOS DEVEM PERDER. COM A GLOBALIZAÇÃO, O CAPITAL OCUPOU TODOS OS ESPAÇOS. NO AFÃ DE ACUMULAR MAIS AINDA, ESTÁ DEVASTANDO A NATUREZA.  AGORA VIGORA O PERDE/PERDE, POIS TANTO O DONO DO CAPITAL COMO A NATUREZA SAEM PREJUDICADOS. NO PERÍODO DA INFORMAÇÃO CRIOU-SE A CHANCE DE UM GANHA/GANHA, POIS A NATUREZA DA INFORMAÇÃO, ESPECIALMENTE DA INTERNET É POSSÍBILITAR QUE TODOS SE RELACIONEM COM TODOS .
DEVIDO AO CONTROLE DO CAPITAL, GANHA/GANHA NÃO CONSEGUE SE IMPOR. MAS SUA FORÇA INTERNA IRÁ INAUGURAR UMA NOVA ERA, QUEM SABE, ATÉ COM UMA MOEDA UNIVERSAL, SUGERIDA PELO ECONOMISTA BRASILEIRO GERALDO FERREIRA DE ARAÚJO FILHO, CUJO VALOR NÃO INCLUIRÁ APENAS A ECONOMIA, MAS "VALORES" COMO A EDUCAÇÃO, A NATUREZA E OUTROS. ROSE APOSTA NESTA LÓGICA DO GANHA/GANHA, AÚNICA QUE PODERÁ SALVAR A NATUREZA E A NOSSACIVILIZAÇÃO.     

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

SOBRE AS ETAPAS PRÉ-CRISTÃS DA REVELAÇÃO DE DEUS NO PRIMEIRO TESTAMENTO

(Handall Fabrício Martins)

Talvez o que mais tenha contribuído para a mudança de mentalidade do povo de Israel com relação ao Deus do Êxodo, do deserto e da Aliança sejam, de fato, as marcas impingidas pelo desterro, que, literalmente, tiraram o chão do povo. Deus precisou permitir que o seu povo escolhido, eleito, amado fosse levado cativo, perdesse a posse de sua terra, a qual lhe foi dada por herança pelo mesmo Deus, segundo promessa e juramento aos antepassados, para que esse mesmo povo compreendesse que Ele, Deus, era muito mais do que aquilo que eles haviam emoldurado em seus corações: um Deus limitado, exclusivo, que habita um lugar específico, longe do qual se está longe do próprio Deus. Eles haviam “encaixotado” Deus, à medida que O tinham por terrível, distante e desvinculado do cotidiano: uma atitude conveniente e até contraditória, que expressava liberdade diante do profano e terror ante o sagrado. A religiosidade se manifestava na exterioridade, indiretamente. Deus era santíssimo, e o homem, impuro. Havia a necessidade de mediação para se relacionar com esse Deus, por meio de rituais e purificações, e sem isso era impossível relacionar-se com Ele.
Numa segunda etapa, Deus continuou sendo o Deus da Aliança, e Israel seu povo escolhido. Porém, a relação com Deus se tornou mais próxima, mais moral; Javé exigia fidelidade, queria atingir o coração, tinha ciúme de seu povo, como o esposo da esposa, e não queria meramente rituais. Interessante que a relação se tornou num “toma lá dá cá”, ou seja: o povo obedecia aos mandamentos e Deus o recompensava. Todavia, contraditoriamente, muitas vezes o ímpio se estabelecia, ao passo que o justo sofria: era uma lacuna que ainda havia na concepção de Deus e que precisava ser preenchida. Todavia, não existia, ainda, a noção de monoteísmo.
Durante e depois do exílio, concebeu-se a idéia do Deus Criador, único (monoteísmo) e desvinculado de qualquer lugar terreno; antes, universal (de todos os povos e terras – toda pessoa, de qualquer lugar, tem valor) e transcendente. Deus passou a ser visto como soberano, que faz o que quer, como quiser e com quem quer que seja, independentemente das atitudes humanas. Ninguém pode se arrogar justo diante dEle: ou o homem se submete ou é exterminado. O ser humano tem sede de Deus, porém também treme ante a sua glória. Sequer Seu nome pode ser pronunciado. A Aliança assume um papel ainda mais moral, individual, mas sua observância ainda determinava a história, ou seja, a lacuna da contradição, muitas vezes existente, entre obediência à Lei e recompensa aqui na terra, persistia. Só com a literatura sapiencial é que se começou a esboçar uma idéia diferente, usando-se os conceitos de soberania e transcendência de Deus. Para justificar aquela lacuna, introduziram-se as noções de sono de Deus, segundo a qual Deus despertaria e faria justiça ao justo e ao ímpio, e de prazo: Deus pode demorar, tardar, mas virá e fará justiça. Ainda não surge a esperança do além-túmulo; logo, a justiça é feita aqui na terra, mas essa justiça não chegava! Não cabia ao homem questionar, mas, tão-somente, calar-se e adorar, aceitar o agir de Deus, pois este não é passível de conhecimento, e a vida não tem um sentido lógico. Houve um distanciamento pedagógico, a fim de estreitar o relacionamento de Deus com seu povo, vivendo a gratuidade, sem parâmetros de méritos e merecimentos. Esboçou-se uma afirmação da profanidade das coisas e dos papéis cultual e histórico do ser humano no cosmos.
À par dos aspectos positivos existentes desde o início da trajetória de Abraão até o estabelecimento do judaísmo, alguns pontos negativos saltam aos olhos, por terem seu correspondente na atualidade. São eles: a) a mera religiosidade, legalismo, ritualismo e superstição; b) a crença de que se pode “barganhar” com Deus, cumulando, inclusive, créditos; c) idolatria dos sacerdotes; d) moralidade baseada em prescrições e proibições do tipo: “isso pode, aquilo não pode”; e) apropriação de Deus, arrogando-se o conhecimento dEle; f) fundamentalismo, no sentido pejorativo de se valorizar mais os dogmas do que a prática, desrespeitando a liberdade do outro; isso se manifesta por: proselitismo; divisão do mundo naqueles que são “dos nossos” e os que não são; uso ideológico e político da religião (aqui, os fins justificam os meios, inclusive os desumanos, como coação e violência); justificação teológica de diversas barbáries; justificação moral da história; g) fatalismo com relação à religião; h) desconfiança de todo propósito religioso; i) crença de que a religião nada tem a ver com a sociedade, mas só com a moral em nível privado; isso acarreta: a idéia de que as desigualdades sociais e todos os demais acontecimentos expressam a vontade divina; reforço da piedade individual, em detrimento da comunhão.
Agora, com relação à evolução positiva da teologia judaica e a herança dela para o cristianismo, podemos citar: a) Deus, o absoluto, é amor, pois só o amor desinstala, nos tira das nossas seguranças, e nos leva ao desconhecido, para onde nunca fomos, para fazer algo que não sabemos, mas que Deus sabe; b) o ser humano é colaborador de Deus, ainda que indireto, nos desígnios que Ele realiza na história, logo, somos o novo povo de Deus, o povo da nova e eterna aliança; isso tanto mais é verdade se olharmos o exemplo de Cristo, que recapitulou a história por meio de sua encarnação, vida, morte e ressurreição, inaugurando nova criação e sendo tudo em todos; c) transcendência, universalidade e unicidade de Deus, associadas: à fragilidade do homem; sua dependência de Deus; a gratuidade da salvação que Ele nos ofertou, independentemente de méritos, baseada na misericórdia divina e na nossa contrapartida (correspondente à fé e a entrega); à personalização e mediação do relacionamento com Deus, por meio de Cristo; à adoração.
Pode, à primeira vista, parecer que os aspectos negativos se apresentam como muito mais patentes e efetivos, haja vista tanta aberração e hipocrisia que se tem visto. Aliás, o dedo do homem, sempre querendo dar “uma ajudinha” pra Deus, tem sido o pior aspecto do cristianismo, revelando sua pior faceta. Entretanto, chegamos à plenitude da revelação de Deus na história, o Cristo, e, ainda que não compreendamos totalmente os desígnios desse Deus, sabemos que tudo reside em Jesus, porque dele, por ele e pra ele são todas as coisas. O Cristo representa para nós, cristãos, a própria experiência com Deus, aumentando-nos a fé, realizando-a e radicalizando-a. Cristo é o foco, em cujo centro está o próprio Deus, o Pai, que subverte a ordem “natural” das coisas e liberta, segundo o Espírito do mesmo Deus.
Desta forma, não há oposição entre o Primeiro e o Segundo Testamentos; ambos fazem parte de um movimento único. Jesus é a figura humana acessível e central, ao mesmo tempo em que é divino; não é uma revelação a mais de Deus, mas é o próprio Deus revelado. Infelizmente, os judeus não entenderam dessa forma, pois para eles, aceitar Jesus como Deus, seria abrir mão do monoteísmo que eles aperfeiçoaram a duras penas.


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Big Brother Brasil pode sair do ar



quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Big Brother Brasil pode sair do ar

Versão piorada dos piores programas de TV do chamado primeiro mundo, o Big Brother Brasil pode sair do ar. A queda de audiência, desde a primeira edição do programa é preocupante para a Globo, apesar dos lucros. Em 2005, quando atingiu a melhor média no Ibope, o programa fechou com 47,5 pontos .  Na edição de 2011, a média foi de pouco mais de 27 pontos. O programa já perdeu quase a metade de seus espectadores.

Por que a Globo mantém o Programa no ar, apesar da queda de audiência?
Infelizmente, mesmo com público reduzido, o número de ligações para os ridículos “paredões” ainda rende muito dinheiro. Além disso, ainda há empresas insensíveis e desrespeitosas para com o povo brasileiro, que continuam patrocinando esse tipo de programação.

Como fazer para tirar esse tipo de programa do ar?
Uma medida judicial seria considerada pelas elites como censura. As mesmas elites não acusam de censura o veto das emissoras privadas ao Fórum Social Mundial, por exemplo.
O caminho é a pressão popular:
- Não assista!
- Fale com seus amigos para não assistir!
- Não telefone e convença seus amigos que, num sistema ruim como o do Brasil, ao congestionar uma rede telefônica (muitas ligações ao mesmo tempo), eles podem até impedir que uma pessoa necessitada receba socorro medico.
- Boicote os produtos dos patrocinadores do programa, pelo menos neste período (Guaraná Antártica, OMO, Fiat, Cerveja Devassa, Niely). 
- Escreva para empresas as patrocinadoras alertando para o risco de grandes campanhas de boicote (hoje todo mundo teme a internet). A Avon já teve que declarar que não patrocina o Big Brother, mas que apenas veicula propagandas no horário. Hipocrisia! Pressione a Avon também!
- Pressione o Judiciário e o Legislativo. Não se esqueça, televisão é concessão pública, cabe à sociedade exigir programação de qualidade. 

Um estupro ou muitos estupros?
Na edição de 2012 teve repercussão o possível caso de estupro, com o aval do apresentador Pedro Bial (diante das cenas, teria inicialmente dito que “o amor é lindo”). A omissão da Rede Globo é anterior ao fato, não só por manter o programa no ar, mas por manter o próprio apresentador, já denunciado por violência doméstica cometida contra sua própria companheira. Espera-se que um dia a televisão brasileira deixe de dar espaço para esse tipo de “profissional”. 

Uma mulher vítima de estupro, o incentivo para que outros homens cometam a mesma violência, desrespeito à mulher e à sociedade como um todo. O problema de fundo: melhor do que estimular pessoas disputarem um ou dois milhões de reais, fazendo uso de todas as formas de violência, não seria melhor estimular a solidariedade e a partilha? 

O caminho talvez esteja mesmo no boicote a qualquer tipo de programa de baixaria e na valorização da programação das TVs públicas. 

Pense nisso. E aja!


sábado, 28 de janeiro de 2012

                                                 ESCATOLOGIA APOCALIPTICA
DEVE-SE TER EM MENTE QUE EXISTEM DIFERENTES TIPOS DE ESCATOLOGIA APOCALIPTICA.
-TODOS OS APOCALIPSES NO ENTANTO, ENVOLVEM UMA ESCATOLOGIA TRANSCEDENTES, QUE VASA A RETRIBUIÇÃO ALÉM DAS FRONTEIRAS DA HÍSTORIA. EM ALGUNS CASOS, ( III BARUQUE, APOCALIPSE DE SOFONIA) ISSO ASSUME A FORMA DE JULGAMENTO DOS INDIVIDUOS APÓS A MORTE, SEM REFERENCIAS, AO FINAL DA HISTÓRIA.
- O GÊNERO NÃO É CONSTITUIDO POR UM OU MAIS TEMAS DISTINTIVO DE ELEMENTOS, TODOS OS QUAIS SE ENCONTRAM TAMBÉM EM OUTROS LOCAIS.
- EXISTEM ESCATOLOGIAS APOCALIPTICAS, FORA DOS APOCALIPSE, POR EXEMPLO, NOS EVANGELHOS E NAS EPISTOLAS PAULINAS.
- É NECESSÁRIO ANALIZAR COM CUIDADO A EXISTÊNCIA DE AFINIDADES ENTRE AS ALUSÕES, ESCATOLÓGICAS E OS CENÁRIOS QUE SÃO ENCONTRADOS  DE MANEIRA ELABORADA NOS APOCALIPSE.
                                                       APOCALIPTICISMO
1- EXPECTATIVA URGENTE DO FIM DAS CONDIÇOES TERRENAS EM UM FUTURO IMEDIATO.
2- O FINAL COMO UMA CATÁSTROFE CÓSMICA.
3- PERIODIZAÇÃO E DETERMINISMO.
4- ATIVIDADE DE ANJOS E DEMÔNIOS,
5- NOVA SALVAÇÃO DE CARACTER PARADISÍACO.
6- MANISFESTAÇÃO DO REINO DE DEUS,
7- UM MEDIADOR COM FUNÇÕES REAIS,
8- A PALAVRA GUIA "GLÓRIA".
- ALGUNS DOS LIVROS SÃO CONVENCIONALMENTE, CONSIDERADOS APOCALIPSE SÃO DISTITUIDO DE APOCALIPTICISMOPARA TODOS OS PRÓPRIOS PRÁTICOS [....] APOCALIPSEES VERDADEIRAMENTE APOCALIPTICOS SÃO A ESCEÇÃO EM VOZ DA REGRA.
MESMO QUE O APOCALIPTICISMO SEJA UM MOVIMENTO OU SE REFIRA AO UNIVERSO SIMBOLISMO NO QUAL O MOVIMENTO APOCALIPTICO CONDIFICA A SUA INDENTIDADE E INTERPRETAÇÃO DA REALIDADE, NÃO É SIMPLESMENTE INDÊNTICO AO CONTEÚDO DOS APOCALIPSES.
APOCALIPTICISMO = MOVIMENTO
APOCALIPTICO = COMUNIDADE
1 LUGAR= O APOCALIPSE DE JOÃO ELE É LITERATURA APOCALIPTICA DO CRISTIANISMO PRIMITIVO AS SETE (7) IGREJAS.
JOÃO - PROFETA- VIDENTE.
FOI ELE O INTERLOCUTOR DOS PRESSÁGIOS, VISÕES DELIBERADAMENTE USA O GÊMERO APOCALISE OU SEJA A LINGUAGEM APOCALIPTICA PARA SE DIRIGIR A COMUNIDADE CRISTÃ.
NESSA ÉPOCA OS ARQUES INIMIGOS DE DEUS, ERAM DOIS, A SABER:
- O IMPÉRIO ROMANO
- O IMERADOR- DO GR. KYRIOS= SENHOR.
O CASO DOS (7) SETE SÃO REPETIÇÕES EX: É O SONHO DE FARAÓ QUE JOSÉ INTERPRETOU, SEGUNDO ALGUNS ESTUDIOSOS, MAS NÃO SÃO POR QUE SÃO HISTÓRIA.
FICAMOS POR AQUI, BREVE POSTAREI A CONTINUAÇÃO DOS ASSUNTOS, QUE PRETENDO DEIXAR PARA VOCÊS...ABRAÇO. ALAOR COUTINHO ( SEMINARISTA)

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

A DECADÊNCIA DA TELEVISÃO BRASILEIRA. POR ALAOR COUTINHO ( SEMINARÍSTA)


A DECADÊNCIA DA TELEVISÃO BRASILEIRA.

ATÉ  QUE PONTO PODE-SE CHEGAR AO CUMULO DA TELEVISÃO  BRASILEIRA? SABEMOS QUE A TELEVISÃO, FOI UM DOS MAIRES MEIOS DE COMUNICAÇÃO CRIADO NO PASSADO, MAS O QUE ESSE MEIO DE COMUNICAÇÃO TEM FEITO, AOS NOSSOS TELESPTADORES DE MODO GERAL? VEMOS ATRAVÉS DESSE MEIO DE COMUNICAÇÃO, COISAS IMPORTANTES PARA NOSSAS VIDAS NO NOSSO DIA- A DIA, PORÉM VEMOS TAMBÉM, COISAS QUE ESTRAPOLA OS LIMITES DAQUILO, QUE O CONSIDERAMOS COMO CUMULO. RECENTEMENTE VÍ EM UMA EMISSORA, MUITO CONHECIDA DE TODOS, O QUE E COMO UMA EMISSSORA DE TELEVISÃO TEM O PODER DE DOMINAR AS MENTES DE SEUS TELESPTADORES, ATRAVÉS DA MÍDIA, EM UM PROGRAMA MUITO,  BEM COMENTADO, POR TODOS PRINCIPALMENTE NA CLASSE JOVEM, CHAMADO DE BIG BROTHER EU PUDE OBESERVAR, O QUANTO É PODEROSA ESSA ARMA CHAMADA "MÍDIA". TALVEZ VOCÊ  QUE POSSA ESTA LENDO, MINHA POSTAGEM POSSA ESTA SE PERGUNTANDO ONDE EU QUEIRO CHEGAR COM ISSO E O QUE EU QUERO PASSAR COM ISSO, POIS BEM EU NÃO SOU UM  TELESPETADOR, DO BIG BROTHER E NÃO PERCO MEU PRECIOSO TEMPO EM VE-LO, PORÉM PUDE LER EM UM JORNAL E VER, NA INTERNET, COMO O RACISMO, AINDA PREDOMINA NÃO SOMENTE NO NOSSO PAÍS PORÉM NO MUNDO.PUDE LER QUE UM CERTO PARTICIPANTE, FOI ACUSADO DE TER ESTRUPADO UMA MOÇA, DA QUAL PARTICIPA DO MESMO RIALIT SHOW, ONDE A MESMA O ACUSOU DE TE-LA ESTRUPADA APÓS ELA TER INGERIDO UMA CERTA DOSE DE BEBIDAS ALCÓLICAS, E O MESMO LOGO FOI TIRADO DO JOGO, ONTEM  NO COMEÇO DO PROGRAMA SEGUNDO A FALA DE SEU APRESENTADOR, PEDRO BIAL ELA ESSA MESMA MOÇA JA MUDOU SUA VERSÃO. O QUE NÓS PODEMOS ENTENDER COM ISSO? VAMOS FALAR NO POPULAR, ELA FOI OU NAO ESTRUPADA? ELA DEU OU NAO DEU PRO CARA DE LIVRE E ESPONTANEA VONTADE? A VERDADE É QUE OS RIALIT SHOWS, TEM DE UMA CERTA FORMA, DOMINANDO, A VIDA, A MANEIRA DE PENSAR E ETC DE SEUS TELESPTADORES, ISSO NÃO TEMOS DUVIDAS, POIS SABEMOS QUE LÁ GANHA QUEM ELES QUEREM E NÃO QUEM NÓS QUEREMOS, BESTAS SÃO OS QUE ACHA QUE SÓ GANHAM QUEM ELES VOTAM.SEM FALAR QUE ESSES PROGRAMAS TEM MANCHADO, NOSSA SOCIEDADES, ESSES PROGRAMAS TEM MUDADO, A MANEIRA DE PENSAR DE MUITAS PESSOAS, ATRAVÉS DESSES PROGRMAS, SÃO IMPLATADOS O HOMOSEXUALISMO, COMO UMA COISA NORMAL, TEM IMPLANTADO TRAIÇÃO COMO UMA COISA NORMAL, O RAÇISMO COMO UMA COISA NORMAL, JÁ SE FAZ ANOS E TODOS NÓS SABEMOS QUE, A ESCRAVIDÃO, NO NOSSO PAÍS FOI ABOLIDA E GRAÇA A DEUS POR ISSO, SE NÃO O QUE SERIA DE MIM E MUITOS OUTROS? MAS A TELEVISÃO E OUTROS MEIOS DE COMUNICAÇÃO TEM-NOS FEITO ESCRAVOS, DE SUAS APRESENTAÇÕES E ASSIM NOS ESCRAVIZANDO, NO SEU "MUNDO" DE FANTASIAS, QUE NO FUNDO  ESTÁ JOGANDO NOSSA SOCIEDADE NA LAMA, NO LIXO, E ESTA CADA DIA MAIS, LEVANDO MILHÕES E MILHÕES, DE PESSOAS SEJA, NOVOS, VELHOS E  DE TODAS AS CLASSES. ESTAMOS PASSANDO DA HORA DE REVER NOSSOS, CONCEITOS, EU AINDA NÃO SOU PAI, MAS SEI QUE SEREI UM DIA, E O QUE VOCÊ QUE É PAI, TEM FEITO PARA ATRAIR A ATENÇÃO DE SEUS FILHOS AO INVÉS DE DEIXA-LOS VELOS UMAS PORCARIAS COMO ESSAS? PRA MIM QUEM PERDE SEU PRECIOSO TEMPO VENDO BIG BROTHER E OUTROS TIPOS DE RIALIT SHOWS QUE TEM POR AE, ESTA, JOGANDO SEU TEMPO FORA E A INFÂNCIA DE SEUS FILHOS NA LATA DO LIXO, NO VASO E DANDO DESCARGA. NÃO SOU CONTRA A NENHUM MEIO DE COMUNICAÇÃO, MUITO PELO CONTRÁRIO, ACHO ELES MARAVILHOSOS, MAS VAMOS APRENDER DOMINÁ-LOS, ANTES QUE ELES NOS DOMINEM, COMO JÁ TEM DOMINADOS A MUITOS. [Image]É ISSO AE VIVA A NOSSA INGNORÂNCIA!!!!!! É ISSO QUE OS RIALIALTS SHOWS TEM FEITO COM NOSSA, SOCIEDADE, ESTRUPANDO-A, INFELIZMENTE O POVO BRASILEIRO, TEM DEIXADO ISSO ADENTRAR NOS SEUS LARES. QUE POSSAMOS, A PARTIR DE HOJE, PARAR-MOS DE SER ESTRUPADOS, PELA MÍDIA QUE TODOS OS DIAS, NOS ESTRUPA, COM SUAS ORGIAS AUDIO-VISUAIS.FIQUEM COM DEUS E VAMOS APRENDER, A SEREM MAIS PESQUISADORES, DO QUE SIMPLESMENTE, OUVIDORES, OUVIR É BOM? SIM CLARO MAS PESQUISAR, O QUE ESTAMOS OUVINDO ANTES DE INGERIR É MELHOR AINDA.ABRAÇOS A TODOS VOCÊS!!!!!!! ALAOR COUTINHO ( SEMINARISTA)